Fonte: Assessoria

03/01/2019


“Vamos aproveitar o que o Sudoeste tem de bom”, afirma futuro presidente da Amsop
“Vamos aproveitar o que o Sudoeste tem de bom”, afirma futuro presidente da Amsop


A nova diretoria que irá comandar a Amsop (Associação dos Municípios do Sudoeste do Paraná) foi eleita na tarde de quinta-feira, em assembleia com prefeitos convocada pela entidade. Inscrito em chapa única e eleito por aclamação, o prefeito de Saudade do Iguaçu, Mauro Cenci, irá substituir o atual presidente e prefeito de Santa Izabel do Oeste, Moacir Fiamoncini.

 

A alternância obedece a uma regra informal da entidade: em anos pares, o presidente é da microrregião de Beltrão, em ímpares, da de Pato Branco.

 

Mauro disse que pretende dar continuidade ao trabalho de pautas prioritárias da Amsop, como as discussões em torno da saúde pública regional, da modernização das rodovias e do aeroporto regional. “Muito se avançou nos últimos anos, encabeçado, articulado ou com participação da Amsop. Queremos continuar esse trabalho aproveitando o que o Sudoeste tem de bom, somos uma região muito organizada politicamente e vamos reforçar isso num trabalho em conjunto com outras instituições e também com os representantes eleitos”, destacou.

 

A assembleia apresentou ainda o balanço financeiro de 2018 – aprovado pelos prefeitos – e prestou contas das atividades e ações da Amsop ao longo deste ano. Pela sede da entidade, por exemplo, passaram mais de 9 mil pessoas em 2018, em 141 eventos como palestras, reuniões, cursos e cerimônias.

 

Carta, saúde, paralisação, agricultura...

O atual mandato segue até 31 de dezembro, mas Fiamoncini disse já estar satisfeito por entregar a Amsop com equilíbrio financeiro e marcada pelo envolvimento tanto em assuntos que envolvem a população, quanto àqueles mais ligados diretamente às prefeituras.

 

“Foi um ano marcante porque tivemos várias capacitações direcionadas ao dia a dia das prefeituras, mas também pudemos nos envolver em questões como a Carta do Sudoeste, que reúne nossas demandas, o processo de modernização das rodovias, as crises da agricultura, a paralisação dos caminhoneiros, os debates da saúde regional... enfim, muita coisa passou pela Amsop e pudemos colaborar com a região”, sintetiza.

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